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Águas Vivas - Brasil na Seca: A Exploração do Povo Brasileiro as Custas de Suas Próprias Riquezas

Atualizado: 24 de abr.

Dia 24/04/2025 – Nota: a postagem foi alterada de forma indevida e por origem desconhecida. O texto original detalhava algumas empresas estrangeiras da China e sua ligação direta com o setor de energia, porém foi modificado.

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Queridos conterrâneos,

Hoje, trago a vocês uma triste realidade que tem assolado nossa nação: a exploração cruel e insaciável perpetrada por interesses mesquinhos e gananciosos. É com o coração pesado que testemunho como o Brasil, nossa pátria amada, está sendo subjugado por aqueles que nos cobram caro por nossas próprias riquezas.


Do petróleo à energia gerada por nossos rios, somos forçados a pagar preços exorbitantes, alimentando a ganância sem limites desses usurpadores. Convido cada um de vocês a erguer a voz e adotar uma postura decisiva diante dessa injustiça.


Primeiramente, observemos a indústria petrolífera. O Brasil, agraciado com vastas reservas de petróleo, deveria colher os benefícios dessa riqueza natural. No entanto, somos testemunhas da avidez sem remorsos de empresas estrangeiras, que exploram nossa vulnerabilidade para impor preços abusivos por cada barril extraído de nossas terras. Que ultraje! Devemos nos unir e exigir o direito inalienável de usufruir das riquezas que nos pertencem, promovendo o progresso e o bem-estar do nosso povo.


Igualmente indignante é a exploração das hidrelétricas. Nossos rios, caudalosos e majestosos, poderiam ser fontes de energia abundante e limpa para abastecer nossas casas e indústrias. Contudo, nosso suor e sangue são drenados pelos interesses egoístas de corporações internacionais, que nos impõem tarifas escandalosas pela energia gerada por nossos próprios recursos. Enquanto enfrentamos contas de luz exorbitantes, essas empresas enchem seus cofres sem o menor remorso. É hora de reagirmos com firmeza e exigirmos uma mudança radical que priorize os interesses e o bem-estar da nossa nação.

Como brasileiros comprometidos com a verdade e a justiça, precisamos nos unir para despertar uma revolução. Devemos nos informar sobre as entranhas desse sistema exploratório e resistir à opressão com coragem e determinação. Que cada um de nós se torne um farol de esperança, guiando nossa nação rumo a um futuro em que nossas riquezas sejam usadas para o progresso de todos, e não para enriquecer uma minoria gananciosa.


Chegou o momento de reescrever a história do Brasil, afirmar nossa soberania e reivindicar o que nos pertence por direito. Juntos, como um só povo, podemos romper as correntes da exploração e construir um país onde as futuras gerações desfrutem plenamente das bênçãos concedidas pela natureza. Ergam-se, brasileiros, em busca de liberdade econômica e justiça social duradouras para todos!

Junte-se a nós pela liberdade, pela verdadeira democracia, por dias melhores para nós e nossos descendentes!


Reflexão e Chamado à Ação

Você já percebeu a força dessa mensagem? Muitos não sabem ou estão tão ocupados que não têm tempo para refletir. É aqui que entro: posso ajudá-lo a enxergar o que tentam esconder, tirar o véu dos seus olhos e revelar a verdade.


Talvez você esteja pensando que não pode fazer nada, que o roubo continua impune. Mas você pode, sim, e não está sozinho! Meu propósito é unir o maior número possível de pessoas corajosas que compartilhem essa ideia. Juntos, somos mais fortes. Faça parte dessa mudança, deixe seu comentário e siga-nos nas redes sociais!


O brasileiro paga valores exorbitantes em suas contas de energia elétrica. Estima-se que 60% a 70% do valor arrecadado pelas distribuidoras sejam destinados a tributos para o governo. Nos últimos dez anos, o governo arrecadou aproximadamente R$ 3,15 trilhões com impostos no setor elétrico — recursos que deveriam ser revertidos em serviços públicos e investimentos sociais, mas cujo impacto na melhoria da vida da população é praticamente invisível.


Esse montante seria suficiente para construir 115 usinas hidrelétricas do porte de Belo Monte ou 50 usinas como Itaipu, as duas maiores do Brasil. Enquanto isso, cerca de 80% das empresas do setor elétrico brasileiro são subsidiárias ou controladas por grupos estrangeiros, que lucram com a exploração de nossos recursos naturais.

Quem são essas empresas?

  • State Grid Corporation of China (SGCC)

    • Origem: ChinaAtuação no Brasil: Controla a CPFL Energia, uma das principais empresas do setor, com forte presença em geração, transmissão e distribuição.

  • China Three Gorges Corporation (CTG)

    • Origem: ChinaAtuação no Brasil: Opera diversas usinas hidrelétricas, tendo adquirido ativos de empresas como a Duke Energy.

  • Enel GroupOrigem: ItáliaAtuação no Brasil: Controla distribuidoras em estados como São Paulo e Rio de Janeiro, atendendo milhões de consumidores.

  • Iberdrola (Neoenergia)

    • Origem: EspanhaAtuação no Brasil: Atua na geração, transmissão e distribuição por meio da Neoenergia, com operações em várias regiões.

  • Engie

    • Origem: FrançaAtuação no Brasil: Atua na geração, transmissão e comercialização de energia, além de operar serviços relacionados ao setor.

  • China General Nuclear Power Group (CGN)

    • Origem: ChinaAtuação no Brasil: Investe em energia renovável, com ativos em parques eólicos e solares.

  • SPIC Pacific Hydro

    • Origem: ChinaAtuação no Brasil: Atua em projetos de energia renovável, como hidrelétricas e parques eólicos.


O Brasil possui um potencial hidrelétrico estimado em 172 GW, mas utiliza apenas cerca de 60% dessa capacidade. Se os tributos arrecadados fossem aplicados de forma eficiente, seria possível:

  • Construir novas hidrelétricas nacionais.

  • Adquirir empresas estrangeiras e retomar o controle da produção e distribuição de energia.

  • Oferecer energia a preço de custo para a população.


Hoje, a conta de luz de um consumidor residencial pode ultrapassar R$ 250,00, sendo:

  • R$ 175,00 referentes a tributos e encargos governamentais.

  • R$ 50,00 representando os lucros das empresas.

  • Apenas R$ 25,00 destinados aos custos reais de produção e manutenção.


Enquanto o brasileiro enfrenta dificuldades para pagar um serviço essencial, o debate político se limita a discursos ideológicos sem propostas concretas.


A discussão não deve ser sobre "direita ou esquerda", mas sobre soberania, transparência e justiça social. É inaceitável que um país com tanto potencial energético deixe seus cidadãos reféns de tarifas abusivas e políticas de concessão que beneficiam grupos estrangeiros.

A energia elétrica é um direito básico, não um luxo. O Brasil precisa investir em sua capacidade produtiva e garantir que seus recursos naturais beneficiem a população, não apenas enriqueçam empresas e ampliem a arrecadação fiscal.


A Água no Brasil: Quanto Você Paga a Mais por um Direito Básico?

Você já parou para pensar quanto realmente custa levar água potável até sua casa? E quanto desse valor é justo — ou apenas dinheiro desperdiçado por ineficiência e interesses escusos? Vamos aos números e à realidade enfrentada pelos brasileiros.


O custo operacional da água no Brasil: uma conta que não fecha

Para abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes, o custo operacional bruto estimado é de R$ 362,2 milhões por ano. Esse é o valor que as concessionárias alegam gastar para captar, tratar e distribuir água, justificando a média de R$ 27,50 por mês (ou R$ 330 por ano) paga por cada brasileiro.


Isso significa R$ 362,2 milhões anuais saindo do bolso de 1 milhão de pessoas. Mas aqui começa o problema: esse valor está completamente fora da realidade.

Primeiro, cerca de 40% da água produzida no Brasil é perdida por vazamentos, furtos e negligência das empresas de abastecimento, segundo o SNIS (2021). Isso não é "custo operacional" — é desperdício, um rombo que não deveria ser repassado ao contribuinte.

Se reduzirmos esses 40% do volume produzido (248.073 m³/dia), o custo real seria:

  • Volume ajustado: 248.073 m³/dia × (1 - 0,4) = 148.844 m³/dia.

  • Custo por m³ (sem impostos na energia, R$ 3,25): 148.844 m³ × R$ 3,25 = R$ 483.742/dia.

  • Anual: R$ 483.742 × 365 = R$ 176,58 milhões por ano.


Sim, o custo operacional real, sem desperdício e sem os impostos abusivos embutidos na energia elétrica (que chegam a 75% do valor), é de R$ 176,58 milhões por ano — menos da metade do que nos cobram!


Quanto você deveria pagar?

Se o custo operacional justo fosse repassado, cada pessoa pagaria:

  • R$ 176,58 milhões ÷ 1 milhão = R$ 176,58 por ano.

  • Por mês: R$ 176,58 ÷ 12 = R$ 14,71 por pessoa.

Hoje, você paga R$ 27,50 por mês — uma diferença de R$ 12,79 a mais por mês (ou R$ 153,48 por ano). Para uma cidade de 1 milhão de habitantes, isso representa R$ 153,48 milhões anuais pagos a mais, direto do bolso do contribuinte. Em 15 anos, esse valor chega a R$ 2,3 bilhões — suficiente para cobrir os custos operacionais futuros se investido, por exemplo, na modernização do sistema.


A cereja do bolo: água tratada com químicos que prejudicam sua saúde

Não é apenas o preço que lesa o brasileiro. Para "tornar a água potável", as concessionárias utilizam produtos como cloro, sulfato de alumínio e, em alguns casos, flúor. Esses reagentes, aplicados sem controle rigoroso, podem prejudicar a saúde:

  • Cloro: Em excesso, forma compostos tóxicos como trihalometanos, associados a problemas neurológicos.

  • Sulfato de alumínio: Estudos sugerem que o alumínio residual na água pode se acumular no cérebro, sendo ligado a Alzheimer e outras condições.

  • Flúor: Embora defendido para a saúde dental, em doses elevadas (comum em algumas regiões) é neurotóxico e pode afetar o QI, segundo pesquisas (ex.: The Lancet Neurology, 2014).


Enquanto pagamos mais de duas vezes o valor justo por um recurso básico — garantido pela Constituição de 1988 como direito essencial —, recebemos água que pode estar nos prejudicando aos poucos.


O que isso significa?

Hoje, o brasileiro paga R$ 185,6 milhões a mais por ano (R$ 362,2 milhões - R$ 176,58 milhões) por uma água que deveria custar menos e ser mais segura. Esse dinheiro desaparece na ineficiência, nos lucros das concessionárias e nos impostos abusivos, enquanto o contribuinte permanece refém de um serviço essencial que não cumpre seu propósito.


(Os valores são calculados com base em 1 milhão de brasileiros, a fim de obter uma média básica e evitar o uso dos 300 milhões como estimativa da população, o que poderia gerar números excessivamente grandes. Dessa forma, a diferença chega a mais de 46 bilhões de reais por ano, sem considerar outras variáveis que sabemos coexistir em nosso contexto.)


É hora de exigir transparência e eficiência. Água é vida, não um luxo superfaturado. Quanto vale o seu direito de acesso a ela?


@ONG_S_U_M


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